15 janeiro 2018

Resenha: Elena, a filha da princesa

E aí pessoal? Como vão? Espero que estejam muito bem. 💖
A resenha que trago hoje para vocês é do spin-off de Simplesmente Ana, da autora maravilhosa Marina Carvalho, o terceiro livro da série, não mais focado em Ana, se chama "Elena, a filha da princesa".

Para quem acompanhou os dois livros anteriores e se apaixonou pelo lindo casal Ana e Alex, sabe sobre a gravidez de Ana no volume anterior e agora vai ter a oportunidade de conhecer mais sobre a filha do nosso amado casal.
Elena é uma princesa, mas não indefesa. Destemida e seguindo sempre seu coração, ela já viajou o mundo e atualmente se encontra na Nigéria, ensinando inglês para as crianças e as introduzindo ao mundo da leitura. A tarefa não é tão fácil quanto a princesa imaginava, porém, ela gosta muito do que faz.
Tudo corria bem, até que um telefonema de seu pai muda completamente o rumo das coisas, então Elena precisa retornar para Perla por conta da notícia que recebe. Ao voltar, a princesa é muito bem recebida por todos, porém uma pessoa em específico é quem chama a atenção da jovem, trazendo à tona seu passado adolescente: Luka, primo de segundo grau, amado por sua mãe, porém odiado por seu pai, e o responsável pelo primeiro beijo de Elena, por obrigações familiares ele também retorna à Perla. Ambos não se viam há muito tempo, e nenhum dos dois estava realmente preparado para esse reencontro, tendo em vista que estão bem mudados. A mudança é algo constante, mas que pode muitas vezes nos pegar desprevinidos.
O que podemos dizer sobre Luka é que além de lindo, ele tem todo aquele seu jeito bad boy de ser, o garoto também sente algo novo ao ver sua tão mudada prima depois de todo aquele tempo e parece encontrar uma vantagem em sua volta forçada para casa.
Sentimentos são praticamente impossíveis de se ignorar e, por mais que tentemos, seja amor ou seja ódio, no final eles vão sempre vir à tona. Caberá somente aos dois, decidir o que fazer com aquilo que os consome. Já dizia Martha Medeiros: "Todo paraíso precisa de um pouco de inferno."
Já faz um tempo que li esse livro, mas me lembro que foi uma leitura rápida e que, como todos os livros da Marina, eu não me importo de ler mais inúmeras vezes. Sem dúvidas 5 estrelinhas (chega a parecer pouco) para a história de Elena, que como a de sua mãe, eu amei demais e estou querendo reler em breve.
Espero que tenham gostado da resenha e que se encantem com esse amor de livro. Beijinhos.


12 janeiro 2018

TAG: Katy Perry

Olá, meus amores, tudo bem?
Preparei uma TAG com base nas músicas da Katy Perry para que vocês se divirtam respondendo com seus livros lidos e personagens literários. Espero que gostem, sintam-se à vontade para responder.

•1 Teenage Dream: Um livro adolescente: Minha vida fora de série

•2 California Gurls: Um livro cuja trama se passa na Califórnia: Fazendo meu filme 4

•3 E.T.: Um livro com criaturas místicas: A Fada e o Bruxo

•4 Uncondittionally: Um casal literário cujo amor lhe admira: Alex e Ana (Simplesmente Ana)

•5 Hey Hey Hey: Uma personagem #GirlPower: Lia (The Kiss of deception)

•6 Mannequin: Um livro que está na sua estante há muito tempo e ainda não foi lido: Exemplar com 3 clássicos da Jane Austen

•7 Birthday: Um livro que tenha sido um presente especial: Estudo Independente

•8 Firework: Um personagem que deu a volta por cima: Mare Barrow (A Rainha Vermelha)

•9 Hummingbird Heartbeat: Um personagem ou casal literário que tenha deixado seus batimentos cardíacos acelerados: Lia e Rafe (The Kiss of deception)

•10 The One That Got Away: Um casal literário que não teve um final feliz ou como você desejava: Margô e Quentin (Cidades de papel)

•11 Tsunami: Um livro que envolva o mar ou a praia, ou que se passe lá: Azul da cor do mar

•12 Double Rainbow: Um livro cuja estação do ano em que a trama se passa tenha algum significado: Um ano inesquecível

•13 Chained to the Rythm: Um livro que tenha algemas ou cordas na capa: Cinquenta tons de liberdade

•14 Save As Draft: Um livro cuja continuação não lhe despertou interesse: Se eu ficar

•15 Déjà Vu: Um livro que você não se importa em reler várias vezes: Simplesmente Ana

•16 I Kissed a Girl: Um casal literário LGBT: Nanda e Olívia (Duo Plenilúnio)

•17 Dark Horse: Um livro com um título contendo a palavra "Escuridão" ou derivadas dela ou a palavra "Trevas", ambas em português ou inglês: The Beauty of Darkness

•18 Miss You More: Uma saga ou trilogia que você sente saudades: A Seleção

•19 Bon áppettit: Um personagem que goste de cozinhar ou tenha um forte amor por uma comida específica: America (A Seleção)


•20 Roar: Um personagem que tenha forte ligação com animais: Priscila (Minha vida fora de série)






11 janeiro 2018

O recomeço

E aí pessoal? Como vocês estão?
Eu reparei que o blog não tinha muitos textos autorais, fora as minhas resenhas e os outros tipos de post, então eu decidi escrever um pouco hoje, baseando-me em acontecimentos recentes da minha vida, à respeito de uma questão muito importante, que é o recomeço.
É sempre muito importante permitir-se recomeçar. Tudo tem um começo, um meio e um fim. É ruim aceitar que as coisas acabam, é muito, mas muito difícil mesmo deixar algo no passado, especialmente aquilo que teve um longo e importante significado para nós. Dói perder, seja algo ou seja alguém. Porque aquilo que nos faz tão bem, não deveria ir embora, não deveria ser esquecido. Mas se tem uma coisa que precisamos perceber é aquilo que de fato precisa ficar no presente e diferenciar daquilo que já está mais que na hora de ficar no passado porque às vezes nós queremos tanto uma coisa ou uma pessoa, nos apegamos tanto que não conseguimos perceber o quanto isso faz mal pra gente. Conosco, ao nosso lado, devemos ter lembranças de coisas boas e momentos bons, precisamos também de boas pessoas junto com a gente.
Nunca vai ser completamente fácil deixar algo no passado, principalmente o que somos profundamente envolvidos, é claro que nada nem ninguém é eterno, e daquilo que nos fez tão bem um dia mas que talvez hoje em dia não mais, nós devemos carregar na memória as boas lembranças, permitindo-se entender que foi bom enquanto durou, porém, infelizmente nada dura para sempre e é preciso aceitar, mesmo doendo. Temos que nos dar a oportunidade de um recomeço, uma nova alegria, porque se deixarmos que a dor daquilo que se foi nos consuma, nunca poderemos achar o conforto de uma oportunidade de se sentir bem novamente.
Seja uma pessoa que foi embora da sua vida por vontade própria, um ente querido que faleceu, algo que você teve de interromper porque não consegue mais fazer ou depende de uma pessoa que simplesmente não quer mais ou não pode mais. Encontre algo novo para fazer, distraia a sua mente com novas coisas, conheça pessoas novas, respire novos ares, faça o possível para encontrar o conforto que precisa em si mesmo. Apegue-se somente às boas lembranças do que ou de quem já se foi, permita-se chorar mas entenda que não vai ser para sempre a solução de tudo; permita que doa mas não deixe que a dor lhe consuma; xingue, grite, extravase, liberte-se daquilo que lhe traz dor, esqueça aquilo que te esqueceu e dê uma nova chance à vida, ao seu coração, à felicidade. A vida não é constituída apenas de momentos ruins, mas é com eles que aprendemos as lições que nos ajudam a crescer.
Se sentir vontade, faça de novo aquilo que lhe faz bem. Não guarde para sempre os sentimentos ruins com você, não finja alegrias, ninguém consegue estar bem o tempo todo. Diga o que tiver vontade de dizer, seja pra quem for. E nunca se esqueça de que para ser feliz é realmente preciso de muito pouco. Dê a si mesmo a oportunidade de recomeçar, feche um ciclo, se liberte das mágoas e inicie outro. Você é mesmo muito, muito especial, para não dar a si uma segunda chance. Perdoe o que puder ser perdoado, esqueça aquilo que é tóxico para você e entenda sempre que não é de pessoas ou coisas tóxicas que você precisa.
Está tudo bem sentir saudades, está tudo bem desejar que as coisas voltem a ser da forma como eram antes, mas o que precisamos de verdade é entender que o passado serve para isso, para sentir falta, para aprender e refletir, mas não podemos viver dele, é o presente que vai nos guiar e cabe a você decidir o que fazer dele. Faça tudo que tiver vontade, permita-se e liberte-se, corra atrás da sua felicidade a qualquer custo. Faça o possível para ser forte, mas tenha a consciência de que ninguém consegue ser assim o tempo todo. Tenha em mente que algumas pessoas não vão se importar com você da mesma forma que se importa com elas, então, se isso não puder ser resolvido de uma boa forma, escute seu coração e somente fique com aquilo que é saudável para você. Dê um tempo, deixe que as coisas se acertem, mas se não for necessário, entenda que simplesmente não era para ser.
Fique com tudo que lhe deixa bem, deixe o resto no passado e acima de tudo ame-se.